Claro que andam. Alguns, a maior parte dos quais, mais ou menos, embora achem que é genial. Muitos têm prazer em cerca de 15 cm de corpo; muitas não têm em lado nenhum e até se sentem violadas; muitos não conseguem erecção ou ejaculam precocemente; muitas têm dores, infecções, não têm orgasmo. Só uma percentagem relativamente pequena de mulheres tem prazer a sério e muito poucos homens vivenciam prazer global em todo o corpo e são capazes de o facultar às suas parceiras ou parceiros.
O prazer pode ser sentido em todo o corpo e muito para lá dele. Pode incendiar o coração, trazer uma sensação de plenitude, felicidade que nos conecta com a nossa totalidade, com o outro e com o mundo. Vivenciado desta forma, estreita as relações e é fonte de saúde, bem-estar, alegria, criatividade, vitalidade e imenso amor.
Sexo confinado ou centralizado nos genitais é pobre, não acrescenta grande coisa e pode ser fonte de desequilíbrios e doenças, além de ajudar a desgastar os relacionamentos.
A maioria das pessoas tem dificuldades relacionadas com a sexualidade. O que é absolutamente natural se nos lembrarmos que ela tem sido mal vista e mesmo proibida nos últimos 4 ou 5 milénios, de tal forma que só na segunda metade do século 20 se reconheceu que a mulher tinha prazer, antes disso pensava-se que não e as que o procuravam sofreriam de uma doença chamada histeria!!!!
Estas dificuldades podem manifestar-se em problemas relacionados com o prazer, mas também com outras perturbações, sobretudo nos órgãos associados à feminilidade e à masculinidade e nas emoções.
A boa notícia é que hoje tudo isto pode ser abordado e tratado por quem sabe. E se algumas situações não se resolverem, podem pelo menos melhorar imensamente. Veja as secções Mulher Plena, Homem Pleno, Casal Pleno.
Em Ser Pleno homens, mulheres e casais que querem de facto resolver as suas dificuldades têm-no conseguido... e facilmente! Não são precisos anos. Por vezes 3 ou 4 sessões fazem milagres. Sem medicamentos, sem cirurgias, só com aquilo que cada um tem, com algum conhecimento teórico e com a desmistificação de crenças anti-vida.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Relações plenas de amor e prazer
Inspiro, levo o ar da base do corpo até ao topo da
cabeça, expiro enviando-o de novo em direcção à terra. Estou assim por alguns
minutos e começo a sentir a energia a fluir, sinto o corpo sensualizar-se, sinto
o amor a expandir-se do coração a todo o lado.
Olho-te, também tu respiras, também de ti transparece a
sensualização amorosa. Reconhecemo-nos seres imensos nesse encontro de olhos
que respiram. Honramo-nos. E iniciamos a respiração em conjunto.
Intensifica-se a voluptuosidade amorosa, fusionamo-nos sem
corpo, temos espasmos, ondas de prazer percorrem-nos. Abrimo-nos em êxtase. Já
somos só um.
…
Se sexo, como é conhecido no ocidente, é bom torna-se quase
nada quando descobrimos a sensibilidade que podemos ter por trabalhar a energia
sexual, que é energia de criatividade. E toda a criação é plena de prazer, de
amor, de entusiasmo, de vida.
Nesta perspectiva, a união entre duas pessoas é um acto de transcendência
amorosa e de prazer, êxtase sem limites, um perceber que o paraíso existe. É
também a porta de entrada para relações harmoniosas, cheias de respeito mútuo,
relações onde há tempo para ser eu, tempo para seres tu e tempo para sermos a
mais sublime das entidades: nós.
Em Ser Pleno aprende-se este caminho, através de consultas
individuais, consultas / workshops de casal e workshops abertos, sendo os principais
A Arte do Amor Pleno e Workshop de Massagem Sensual.
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Vamos ser papás
“Vamos ser papás! Estamos bem, Sati! Seres plenos!
Obrigada por tudo! Manter-nos-emos perto!"
Carla e Filipe vieram ter comigo encaminhados por uma
terapeuta. A relação não estava a funcionar, a intimidade não era satisfatória,
Filipe queria ter um filho mas Carla tinha receio.
O ponto mais alto da segunda sessão (a primeira com
ensinamentos práticos) foi a descoberta de que nunca se tinham olhado
demoradamente. Alguns dias depois Carla escrevia-me: “Agora todos os dias
quando nos deitamos fazemos o Namasté (ritual tântrico), sentados um em frente
ao outro, a encontrarmo-nos no olhar um do outro! Tem sido muito
importante! “
Aprenderam a falar um com o outro - a dizer o que gostam,
o que não gostam, o que lhes apetece - a tocar-se, a amar-se através do corpo, da
respiração, da troca de energias.
Depois da terceira sessão Filipe dizia-me “estamos bem e
melhores, e a si o agradecemos”, Carla, de mais palavras, escreveu, “Estamos muito
mais plenos, Sati!! Tem sido uma
viagem com sensações muito diferentes!”
E eis que três
meses depois da quarta e última sessão chega a novidade que me deixou
absolutamente emocionada. “Vamos ser papás! Estamos bem Sati! Seres
plenos! Obrigada por tudo! Manter-nos-emos perto!"
quinta-feira, 23 de julho de 2015
"Quando tomei a decisão de trabalhar o prazer ele foi entrando na minha vida", depoimento
A falta de prazer sexual era sabido há muito tempo. Verbalizado ao fim
de muitos anos de silêncio. No meu caminho de desenvolvimento pessoal
iam-se levantando umas tabuletas com a palavra “prazer”. Uma situação
ginecológica voltou a trazer o tema para cima da mesa. Aceitei,
finalmente, que precisava de ajuda. Passaram-se 4 meses. Hoje olho para trás e observo:
- quando tomei a decisão de trabalhar o prazer ele foi entrando na minha vida,
- cortei com uma relação afectiva onde não estava bem,
- um conjunto de coincidências levaram-me a voltar a dançar, um prazer e alegria que tinha deixado por razões familiares e já tinha esquecido o quanto gostava,
- espantei-me a olhar-me com mais apreço, a gostar de ouvir a minha voz, a enamorar-me de mim mesma,
- entrou um novo homem na minha vida.
O caminho do prazer não terminou, mas só por tudo o que já mudou estou profundamente grata. Obrigada Sati por teres a coragem e a disponibilidade para este trabalho, por partilhares um conhecimento escondido, esquecido, tão enriquecedor e poderoso.
Aisha, 41 anos, bancária
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Conheço Aisha há 4 ou 5 anos. A partir daí os nossos caminhos cruzaram-se várias vezes por razões diversas, ela inclusive fez algumas massagens comigo para relaxar e reequilibrar. Estava na minha lista de amigas.
Há 4 meses marcou uma massagem comigo, só que desta vez vinha enviada pela Dra Radmila Jovanovic, ginecologista-obstetra que costuma recomendar o meu trabalho a pacientes suas, e trouxe a revelação: nunca tinha tido prazer.
É uma mulher jovem, bonita, doce, interessante. Uma entre centenas de milhares (ou mais) em Portugal, e de biliões no mundo, que nunca tiveram ou raramente têm prazer.
Só que destas coisas não se fala: nem aos namorados e maridos, nem às amigas. Afinal ainda está nas nossas células que não se espera que as mulheres tenham prazer.
Muitas vezes é alguém mais atento que se apercebe, uma médica experiente e atenta (como é o caso), um psicólogo... Mas mesmo nessas alturas é muito difícil a mulher aceitar ser ajudada. Inventa 1001 desculpas para não sair do estado conhecido em que se encontra. Dói, mas já sabe como é.
Aisha é uma das que teve essa coragem. Não lhe foi fácil (nem é ainda, embora seja cada vez mais) mas os resultados vieram muito rapidamente e são tão compensadores. É que não se trata só de ter prazer durante a intimidade física.
Essa permissão e abertura ao prazer trazem aumento da auto-estima, da alegria, da vitalidade, da saúde, melhora os relacionamentos, a maneira de estar na vida. A falta dele traz exactamente o contrário.
É uma opção entre viver plenamente, com criatividade, determinação, amor-próprio, sabendo o que se quer e sendo capaz de ir atrás; ou viver tristonho, sem grande rumo na vida, sem objectivos e muitas vezes com enormes problemas de saúde.
Muitos dos problemas físicos e emocionais na mulher escondem a falta de auto-permissão para terem prazer; a falta de coragem para comunicarem aos parceiros o que gostam, para porem limites; a falta de compreensão pela parte do outro.
Muitos relacionamentos não funcionam porque se descura totalmente esta parte tão importante, que no Taoismo é associada a... saúde e medicina!
Sati
terça-feira, 21 de julho de 2015
Workshop de Massagem Sensual - Depoimentos
Adorei os ensinamentos que recebi, já estou a praticar e senti uma diferença tão boa na forma como me vejo e saber que posso dar ao outro tanto com o meu toque é maravilhoso. Foi lindo!
Mariana. 30 anos
Muito grata pelos momentos de aprendizagem, nutrição, prazer e partilha proporcionados.
Adorei a tua entrega, generosidade e amor que transpira dos teus gestos, palavras e olhar.
Este workshop foi muito importante para mim neste momento do meu caminho.
Ainda estou a integrar as minhas vivências desse dia e já sinto falta de mais.
Maria, 54 anos
Infinitos obrigadas pelo dia de sábado. Foi um ponto de viragem no meu caminho pessoal e por isso também na relação com o meu marido.
Sara, 33 anos
Foi maravilhoso, um dia pleno de descobertas e um caminho a continuar. Imensamente grata pela oportunidade de estar presente.
Sofia, 35 anos
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quinta-feira, 11 de junho de 2015
A capacidade de ter prazer é finita?

Deixar de ter prazer ou de ter vontade de ter prazer é morrer em vida. Não me refiro exclusivamente a prazer físico, mas também me refiro a ele, quando pergunto se a capacidade de ter prazer é finita.A capacidade de ter alegria no coração e sentir prazer através de qualquer órgão dos sentidos e em qualquer milímetro do corpo começa com o nascimento e termina com a morte. Se antes da morte física a capacidade de prazer terminar significa isso que a pessoa escolheu morrer antes de morrer. A boa notícia é: Como a morte física ainda não aconteceu a situação é reversível.
Que com a menopausa as mulheres deixam de ter interesse por sexo. Nada mais falso, mesmo aquelas que julgam que assim é. A essas sugiro que procurem Ser Pleno e que se descubram plenamente.
Também a sexualidade masculina não vai terminando com o avançar da idade: saibam os homens o que fazer. E isso também se aprende.
Na verdade é possível ter prazer em qualquer idade. Quando assim não é, tenha a pessoa 20, 30, 50 ou 100 anos; seja homem ou mulher, é porque alguma coisa está a funcionar menos bem e convém procurar ajuda. É sobretudo isso que fazemos em Ser Pleno, e por vezes é tão fácil de resolver.
terça-feira, 9 de junho de 2015
Conversas com o espelho (ou o que é sexo?)
Resposta: Falo
de pele delicada (mesmo se com calos ou rugas); de 1,50m a 1,80m de altura (às
vezes mais, outras nem tanto), de voz doce, sorriso matreiro, peito farto,
coração quente, colo, imenso colo. Falo de mãe, amante, irmã, amiga, filha. De
mulher e menina. De sábia e acabada de nascer. De criadora, trabalhadora. De
garra.
P: E quando dizes “sexo
masculino”, de que falas?
R: Falo de
1,60m a 2m (às vezes mais outras nem tanto) de corpo forte e determinado. De
coragem, ousadia; de vontade de fazer e fazer. De coração ora doce ora inflexível.
Falo de pai, irmão, amigo, amante, filho, companheiro. De criança, adulto,
ancião. De pelos nas axilas e nas pernas, de colo protector, de segurança.
P: E quando dizes “sexualidade”,
falas de quê?
R: De prazer.
De prazer no 1,50m a 2m de corpo (às vezes mais outras nem tanto). De prazer,
ternura e afinidade no coração. De prazer no abraço determinado à vida, ao outro,
aos outros. De prazer no colo recebido, na criatividade, na criação, nos saltos
dados na natureza, nos mergulhos plenos no mar, nos beijos da areia, do vento e
do sol, no simples respirar de corpo inteiro. De prazer nos abraços partilhados
com alguém, nos gemidos de corpo inteiro. Falo de alegria de ser plenamente, de
transcendência, de imenso amor.
P: E o que é para
ti “sexo”?
R: Masculino?
Feminino? Relação Sexual? Órgãos genitais? Prazer? Nunca é, seguramente, só um
acto sexual, ou só um órgão genital (ou só dois). Detesto coisas limitadas,
prefiro a infinita imensidão que somos.
sexta-feira, 8 de maio de 2015
É preciso falar
Ainda está bem enraizado nas nossas células que cabe ao homem a iniciativa sexual. Talvez por isso muitas mulheres ficam à espera que eles adivinhem o que elas gostam e querem. Os homens têm um apelo genital fortíssimo, porque lá em baixo um batalhão de espermatozóides grita por fecundar o mundo e isso é a única coisa que aqueles que não aprenderam sobre sexualidade, erotismo e prazer logicamente querem: permitir que os espermatozóides sigam os seus impulsos.
Mas a mulher, terra, necessita primeiro que o seu leito seja cuidado, tratado, acarinhado para se ir abrindo e ficar pronto para que o batalhão de espermatozóides se lance à conquista do único óvulo disponível. (Se a mulher não estiver na altura da ovulação, e raramente está, ainda mais trabalho a terra requer.)
Ora quem é que tem que explicar ao homem estas especificidades das mulheres? Só a mulher o pode fazer. Se nunca nenhuma lhe contou, como é que ele adivinha?
Então, mulheres, vamos lá falar com o homem e dizer-lhe o que gostamos, o que não gostamos, o que queremos muito e o que não aceitamos de todo. Como a mulher não traz livro de instruções tem que o criar.
O mesmo com o homem. O que é que uma mulher faz a um homem? Por onde é que se começa? Onde é que se mexe? Onde é que se agarra?
Além disso, é minha convicção, que também tem que ser a mulher (no caso de casais heterossexuais) a desvendar ao homem o seu corpo, para que ele não fique refém do batalhão de espermatozóides cujo único objectivo é fecundar, e possa seguir os seus objectivos e necessidades de prazer. E não é a saída dos espermatozóides que dá prazer, nem o prazer se confina àqueles poucos centímetros do falo.
E como é que a mulher faz isto ao homem? Tem que aprender! Como? Bom, as explorações individuais são maravilhosas, mas falar com quem sabe, pedir ajuda, aprender, é fundamental. Ninguém nasce ensinado em nada, nem nisto. Talvez 1 em 1 milhão consiga ter grande prazer sem aprender as suas artes, talvez 1… Farei eu parte desse 1 raro, ou estarei a perder o melhor da festa? Eu tenho que aprender! Ou com parceiro(a) experiente que me satisfaz e me ensina ou com alguém que saiba.
E também a mulher necessita que o seu corpo lhe seja apresentado. Se ela sabe o que gosta e o que não gosta, e o pode e deve comunicar, o desconhecido por si própria é infinitamente superior. As explorações individuais são importantes, mas é também necessário que a outra pessoa lhe vá dando a conhecer o seu corpo. Como? Também ela tem que aprender.
Nas famílias e nas escolas (ainda) não se ensina, mas, felizmente, vão aparecendo já alguns locais de aprendizagem e de trabalho com casais. Já não é preciso ficar na ignorância, nos orgasmos fingidos, na castidade, nas escapadelas, na ejaculação precoce.
Este é um dos grandes objectivos de Ser Pleno: ensinar sobre prazer, erotismo, sexualidade, para que homens e mulheres possam viver com plenitude, para que se possam realizar como pessoas e terem relações de amor e prazer em vez de relações de casal que na melhor das hipóteses se transformam em pura amizade / fraternidade e na pior em verdadeiros campos de batalha para mal de todos e do mundo.
Tudo o que aqui foi dito tem também aplicações para casais gay. Seja qual for a orientação sexual, é sempre possível aprender e aprender a ter e a proporcionar mais prazer.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Um ano de Ser Pleno

Em memória da minha avó
O Google avisou-me que Ser Pleno fazia um ano. Não sou muito dada a essas coisas de datas, não me lembrava de todo, mas gostei de saber. E hoje dei-me conta que o nascimento de Ser Pleno coincidiu com a data de nascimento da minha avó: 30 de Março. Minha avó, mulher guerreira. Mulher que pariu meia dúzia de filhos, os sustentou, e ainda levava pancada do marido, por isso um dia foi-se embora de casa. Foi seguramente das primeiras mulheres no Alentejo a abandonar o “lar”.
Apesar das imensas dificuldades, era alegre, bem-disposta
e sempre pronta para uma boa farra. Então, foi feliz muitas vezes. Que me lembre, era a única pessoa que me amava
incondicionalmente. Acho que só com ela eu podia ser eu. Este primeiro aniversário de Ser Pleno é em memória dela.
Ser Pleno tem como objectivos ajudar a que mulheres e homens sejam integralmente, se cumpram como seres humanos, como pessoas.
Ser Pleno tem como objectivos ajudar a que mulheres e homens sejam integralmente, se cumpram como seres humanos, como pessoas.
Que ela possa, que eu, nós, todos os homens e todas as mulheres do passado, do presente e do futuro possamos fluir para um mundo onde nos sintamos bem connosco, com os outros e com o todo.
Há uns seis mil anos que a humanidade enfrenta a
repressão da vida. O objectivo tem sido ir para o céu, atingir Nirvana (que
significa a extinção do corpo), transcender a matéria. E isso tem levado a uma
série infindável de repressões do corpo e da pessoa. Sendo a mulher associada à
matéria e o homem à consciência, ela foi considerada a encarnação do próprio
mal, como pessoa foi considerada um ser inferior, foram-lhe retirados direitos.
Num universo de equilíbrio de opostos – calor-frio,
actividade-descanso, dia-noite – foi negada parte da humanidade: a mulher foi
suprimida; ao homem foi retirada a mulher. A quem é que isto pode convir? Parece-me
que a ninguém.
E é assim que vivemos numa sociedade desequilibrada,
patológica, onde se defende a guerra e ataca o prazer. Onde as pessoas não têm
o direito de ser inteiras, mas se aceita e estimula a riqueza desmesurada que conduz
à fome. Onde cada um vê o seu umbigo e fica tão ofuscado por ele que não
percebe que ao ignorar os outros se está também a ignorar a si.
Em Ser Pleno defende-se a inteireza da vida e das pessoas e trabalha-se para ajudar a resgatar aquilo que somos por direito de nascença e logo por direito divino.
Não queremos roubar nada, só queremos usufruir do que somos e do que temos dentro do nosso próprio corpo e da nossa própria alma.
Em Ser Pleno acreditamos que o ódio, a guerra, a fome, a
falta de afecto, bem como a maior parte das doenças nascem devido à negação do
direito a Ser. Porque queremos um mundo mais equilibrado, trabalhamos para
isso: trabalhamos ajudando as pessoas a resgatarem a sua totalidade.
Ajudamos as pessoas a serem plenas.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
É possível ultrapassar a insensibilidade e a dor
Se uma criança não é tocada, abraçada, amada o seu corpo
não aprende a ser sensível e assim se pode tornar num adulto com pouca
sensibilidade física. Às vezes tem mesmo dor em pontos onde é normal haver
prazer. Esta pessoa tem que aprender a sentir, e isso faz-se através do toque
sensível, amoroso e paciente e nomeadamente através de massagem.
Quando há insensibilidade, dor ou mesmo cócegas em alguma
parte do corpo, isso significa que esse ponto guarda traumas que é necessário
libertar.
Também os órgãos genitais guardam memórias dolorosas e daí
terem dor, mal-estar ou insensibilidade. É mais frequente nas mulheres, mas também
pode acontecer nos homens. Tal como no resto do corpo é necessário (e é
possível) libertar esses traumas através do toque: as mulheres através da Massagem
Curativa da Vulva (Yoni Healing) e os homens através de Massagem da Próstata ou
do Lingam.
Segundo a minha abordagem, na maior parte dos casos é
necessário um trabalho holístico: resgate do poder pessoal, do amor-próprio, aprendizagem
da sensibilidade, libertação das memórias traumáticas guardadas no corpo.
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