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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Vamos ser papás



“Vamos ser papás! Estamos bem, Sati! Seres plenos! Obrigada por tudo! Manter-nos-emos perto!"

Carla e Filipe vieram ter comigo encaminhados por uma terapeuta. A relação não estava a funcionar, a intimidade não era satisfatória, Filipe queria ter um filho mas Carla tinha receio.

O ponto mais alto da segunda sessão (a primeira com ensinamentos práticos) foi a descoberta de que nunca se tinham olhado demoradamente. Alguns dias depois Carla escrevia-me: “Agora todos os dias quando nos deitamos fazemos o Namasté (ritual tântrico), sentados um em frente ao outro, a encontrarmo-nos no olhar um do outro! Tem sido muito importante! “

Aprenderam a falar um com o outro - a dizer o que gostam, o que não gostam, o que lhes apetece - a tocar-se, a amar-se através do corpo, da respiração, da troca de energias.

Depois da terceira sessão Filipe dizia-me “estamos bem e melhores, e a si o agradecemos”, Carla, de mais palavras, escreveu, “Estamos muito mais plenos, Sati!! Tem sido uma viagem com sensações muito diferentes!

E eis que três meses depois da quarta e última sessão chega a novidade que me deixou absolutamente emocionada. “Vamos ser papás! Estamos bem Sati! Seres plenos! Obrigada por tudo! Manter-nos-emos perto!"

terça-feira, 21 de julho de 2015

Workshop de Massagem Sensual - Depoimentos















Adorei os ensinamentos que recebi, já estou a praticar e senti uma diferença tão boa na forma como me vejo e saber que posso dar ao outro tanto com o meu toque é maravilhoso. Foi lindo!
Mariana. 30 anos
  

Muito grata pelos momentos de aprendizagem, nutrição, prazer e partilha proporcionados.
Adorei a tua entrega, generosidade e amor que transpira dos teus gestos, palavras e olhar.
Este workshop foi muito importante para mim neste momento do meu caminho.
Ainda estou a integrar as minhas vivências desse dia e já sinto falta de mais.

Maria, 54 anos


Infinitos obrigadas pelo dia de sábado. Foi um ponto de viragem no meu caminho pessoal e por isso também na relação com o meu marido.
Sara, 33 anos


Foi maravilhoso, um dia pleno de descobertas e um caminho a continuar. Imensamente grata pela oportunidade de estar presente.
Sofia, 35 anos

sexta-feira, 8 de maio de 2015

É preciso falar

Ainda está bem enraizado nas nossas células que cabe ao homem a iniciativa sexual. Talvez por isso muitas mulheres ficam à espera que eles adivinhem o que elas gostam e querem.

Os homens têm um apelo genital fortíssimo, porque lá em baixo um batalhão de espermatozóides grita por fecundar o mundo e isso é a única coisa que aqueles que não aprenderam sobre sexualidade, erotismo e prazer logicamente querem: permitir que os espermatozóides sigam os seus impulsos.

Mas a mulher, terra, necessita primeiro que o seu leito seja cuidado, tratado, acarinhado para se ir abrindo e ficar pronto para que o batalhão de espermatozóides se lance à conquista do único óvulo disponível. (Se a mulher não estiver na altura da ovulação, e raramente está, ainda mais trabalho a terra requer.)

Ora quem é que tem que explicar ao homem estas especificidades das mulheres? Só a mulher o pode fazer. Se nunca nenhuma lhe contou, como é que ele adivinha?

Então, mulheres, vamos lá falar com o homem e dizer-lhe o que gostamos, o que não gostamos, o que queremos muito e o que não aceitamos de todo. Como a mulher não traz livro de instruções tem que o criar.


O mesmo com o homem. O que é que uma mulher faz a um homem? Por onde é que se começa? Onde é que se mexe? Onde é que se agarra?

Além disso, é minha convicção, que também tem que ser a mulher (no caso de casais heterossexuais) a desvendar ao homem o seu corpo, para que ele não fique refém do batalhão de espermatozóides cujo único objectivo é fecundar, e possa seguir os seus objectivos e necessidades de prazer. E não é a saída dos espermatozóides que dá prazer, nem o prazer se confina àqueles poucos centímetros do falo.

E como é que a mulher faz isto ao homem? Tem que aprender! Como? Bom, as explorações individuais são maravilhosas, mas falar com quem sabe, pedir ajuda, aprender, é fundamental. Ninguém nasce ensinado em nada, nem nisto. Talvez 1 em 1 milhão consiga ter grande prazer sem aprender as suas artes, talvez 1… Farei eu parte desse 1 raro, ou estarei a perder o melhor da festa? Eu tenho que aprender! Ou com parceiro(a) experiente que me satisfaz e me ensina ou com alguém que saiba.

E também a mulher necessita que o seu corpo lhe seja apresentado. Se ela sabe o que gosta e o que não gosta, e o pode e deve comunicar, o desconhecido por si própria é infinitamente superior. As explorações individuais são importantes, mas é também necessário que a outra pessoa lhe vá dando a conhecer o seu corpo. Como? Também ela tem que aprender.

Nas famílias e nas escolas (ainda) não se ensina, mas, felizmente, vão aparecendo já alguns locais de aprendizagem e de trabalho com casais. Já não é preciso ficar na ignorância, nos orgasmos fingidos, na castidade, nas escapadelas, na ejaculação precoce.

Este é um dos grandes objectivos de Ser Pleno: ensinar sobre prazer, erotismo, sexualidade, para que homens e mulheres possam viver com plenitude, para que se possam realizar como pessoas e terem relações de amor e prazer em vez de relações de casal que na melhor das hipóteses se transformam em pura amizade / fraternidade e na pior em verdadeiros campos de batalha para mal de todos e do mundo.

Tudo o que aqui foi dito tem também aplicações para casais gay. Seja qual for a orientação sexual, é sempre possível aprender e aprender a ter e a proporcionar mais prazer.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

É possível ultrapassar a insensibilidade e a dor



Se uma criança não é tocada, abraçada, amada o seu corpo não aprende a ser sensível e assim se pode tornar num adulto com pouca sensibilidade física. Às vezes tem mesmo dor em pontos onde é normal haver prazer. Esta pessoa tem que aprender a sentir, e isso faz-se através do toque sensível, amoroso e paciente e nomeadamente através de massagem.

Quando há insensibilidade, dor ou mesmo cócegas em alguma parte do corpo, isso significa que esse ponto guarda traumas que é necessário libertar.

Também os órgãos genitais guardam memórias dolorosas e daí terem dor, mal-estar ou insensibilidade. É mais frequente nas mulheres, mas também pode acontecer nos homens. Tal como no resto do corpo é necessário (e é possível) libertar esses traumas através do toque: as mulheres através da Massagem Curativa da Vulva (Yoni Healing) e os homens através de Massagem da Próstata ou do Lingam.

Segundo a minha abordagem, na maior parte dos casos é necessário um trabalho holístico: resgate do poder pessoal, do amor-próprio, aprendizagem da sensibilidade, libertação das memórias traumáticas guardadas no corpo.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

História de vida: Orgasmo, o que é isso?



Isabel tem 38 anos, é uma mulher de sucesso, elegante, mãe e esposa há mais de uma década. Há três anos que não tem intimidade sexual com o marido e nunca teve um orgasmo. Teve prazer algumas vezes, mas a partir de certa altura o acto sexual tornou-se uma formalidade carnal que lhe causava danos físicos e emocionais. Fingia orgasmos para apressar a ocasião e não frustrar o parceiro. Até que percebeu que era necessário acabar com aquilo pela sua saúde.

Através de uma longa conversa; de exercícios de circulação da energia que aumentam a capacidade de sentir, a intimidade e ajudam a libertar bloqueios; através de massagem delicada e amorosa, Isabel pode sentir que é capaz de ter prazer e de ter orgasmos. Foi necessário dizer-lhe que é merecedora de receber e respeitar na íntegra o seu corpo durante os toques.

(É sempre necessário respeitar integralmente o que corpo e a totalidade seja de quem for.)

Hoje Isabel é uma mulher bem-sucedida também na intimidade, muito mais feliz e segura de si.

Uma história de ejaculação precoce


Bryan LARSEN. Figure study done at Grand Central Academy (detail) [oil on linen].
Luís tem 30 anos. Um dos primeiros actos sexuais resultou em ejaculação precoce. Ficou envergonhadíssimo. Voltou a tentar e à segunda aguentou mais algum tempo. Mas a frustração de não conseguir dar prazer à parceira no primeiro acto sexual levou a que não conseguisse também nos seguintes e com o tempo o mesmo acontecia com o auto-prazer, que deixou de dar gozo.

Andou de médico em médico, psiquiatra, psicólogos. Davam-lhe comprimidos e diziam-lhe que era emocional. Mas de nada adiantava.

Deixou de ter namoradas, tornou-se infeliz, inseguro e descrente.

Após cinco anos de cuidados tradicionais sem sucesso descobriu-me. Logo na primeira sessão conseguiu ultrapassar o problema físico, com mais algumas sessões estava seguro física e psicologicamente.

A ejaculação precoce assenta em crenças que é necessário desmistificar. Se lhe forem somadas determinadas técnicas de circulação da energia é possível e fácil controlá-la. Os médicos e os psicólogos não sabem isto porque não é a sua função, são excelentes no que aprenderam, para as outras matérias convém procurar os profissionais apropriados.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Workshop A Arte do Amor Pleno em Dezembro

  • Sexualidade, Romance, Erotismo, Amor, Prazer. O que é isso? Têm que estar todos juntos?
  • Porque é que necessitamos de nos unir em abraços, em beijos, em cópula?
  • O que nos traz a vivência dos sentidos? E a negação dessa vivência?
  • Como posso ampliar a vivência amorosa e o prazer? 
  • Como posso proporcionar prazer e amor ao meu parceir@? 
  • Como posso viver plenamente o meu próprio prazer?


Estas são algumas das questões alvo de reflexão no Workshop A Arte do Amor Pleno (segundo princípios do Tantra e da Sexualidade Sagrada). Através de partilha de ideias e de exercícios, vamos sentir o que é amorosidade, vivência amorosa, dar e receber prazer com amor; o que é ter interacções nutridoras, que dão plena satisfação e nos levam para domínios muito para lá do físico; como dar e como receber prazer pleno.

Facilitadora Sati 


Onde e quando Espaço Ser Mulher Desperta, Carcavelos, 13 e 14 de Dezembro das 10h30 às 18h30.

Investimento 75 €


Mais informações e inscrições serplenohoje@gmail.com ou sermulherdesperta@gmail.com 



Depoimentos sobre o Workshop A Arte do Amor Pleno


"(...) trago sementes de transformação que espero saber regar e cuidar para que possa saborear plenamente os seus frutos. (...) Bem-hajas pela coragem e pela dádiva que tentarei levar a outros seres."

Cristina, 48 anos, professora.

"Quero agradecer a todos este fim-de-semana absolutamente divinal. Os vossos toques, os vossos abraços, o vosso amor incondicional mostram-me que este é o caminho a seguir, a partir de hoje vou-me permitir sofrer, rir, chorar, amar e ser amado"

Pedro, 30 anos, gestor. 

"Agradeço-te muito, querida Sati, por fazeres o teu trabalho com tanto amor, tanto respeito e de uma forma tão generosa e altruísta. Para mim foi muito importante todo o respeito que vivi, a amorosidade que se instalou e que trouxe para a minha vida. Foi muito bom encontrar e reencontrar almas num profundo sentimento de gratidão e contentamento. Aprendi muito sobre mim e tenho imensa vontade de levar todos estes ensinamentos aos que me são mais próximos. É super importante que cada um se ame, se entregue, se nutra de amor para consigo e para com o outro."
Catarina, Doula, 24 anos,

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Sementes de transformação, depoimento

Querida Sati!

Apenas umas palavras para agradecer as dádivas da tua pessoa e do conhecimento que partilhaste. Bem-hajas pela coragem e pela dádiva que tentarei levar a outros seres. Amei a tua pessoa, a verdade, o amor, a humildade e o respeito ENORMES que ofereceste de colo nú e aberto. Do workshop trago sementes de transformação que espero saber regar e cuidar para que possa saborear plenamente os seus frutos.

Abraço da Alma.

Cristina, 48 anos, professora.
Depoimento sobre o Workshop A Arte do Amor Pleno

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Fim-de-semana divinal, depoimento

"Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua, Merecia a visita não de militares, Mas de bailarinos e de você e eu (...)"
Quero agradecer a todos este fim-de-semana absolutamente divinal.

Hoje é um dia em que sinto uma dor enorme, mas esta é uma dor abençoada, significa que me permiti voltar a sentir.

Os vossos toques, os vossos abraços, o vosso amor incondicional mostram-me que este é o caminho a seguir, a partir de hoje vou-me permitir sofrer, rir, chorar, amar e ser amado.

Obrigado por serem pessoas lindas, fantásticas, maravilhosas, carinhosas e amorosas e por partilharem de forma tão sincera e honesta o que de mais de belo existe dentro de cada um de nós.


Pedro, 30 anos, gestor. Depoimento sobre o Workshop A Arte do Amor Pleno

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Amorosidade para a vida, depoimento

Agradeço-te muito, querida Sati, por fazeres o teu trabalho com tanto amor, tanto respeito e de uma forma tão generosa e altruísta. Para mim foi muito importante todo o respeito que vivi, a amorosidade que se instalou e que trouxe para a minha vida, mais uma vez. Foi muito bom encontrar e reencontrar almas num profundo sentimento de gratidão e contentamento. Aprendi muito sobre mim e tenho imensa vontade de levar todos estes ensinamentos aos que me são mais próximos. É super importante que cada um se ame, se entregue, se nutra de amor para consigo e para com o outro.
Muito muito obrigada e até já!

Catarina, Doula, 24 anos, depoimento sobre o Workshop A Arte do Amor Pleno

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Workshop para Mulheres

O prazer no feminino
Conexão, aceitação e celebração da nossa energia divina de prazer

Este workshop destina-se a mulheres que querem conhecer melhor o seu erotismo e sexualidade, que pretendem permitir-se ter prazer ou que o desejam expandir.



Conectamo-nos profundamente com nós mesmas, com o corpo, emoções, energias erótica e sexual, aprendemos a aceitar-nos inteiramente, a entender a sacralidade dos nossos corpos e sensações e a expandir o prazer.


Onde e quando
Centro Noesis, Areeiro, Lisboa, dia 6 de Setembro, das 10h30 às 18h30.
Investimento
50€

Mais informações e inscrições
serplenohoje@gmail.com