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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Cursos Arte do Amor Pleno e Massagem Tântrica

Depoimentos


Pela primeira vez juntamos vivência amorosa e Massagem Tântrica num só curso, de forma a dotar as pessoas de conhecimentos profundos e vastos nesta área tão importante da vida: o amor, a intimidade, os relacionamentos profundos, o prazer.

Mas já houve vários cursos isolados de Arte do Amor Pleno e Massagem Tântrica. Aqui ficam alguns depoimentos.




"A Plenitude é a Viagem das viagens. Está acessível apenas para quem tem a coragem para embarcar num intenso processo que não tem menos de interior e de individual do que tem de prática a dois. Temos todos um ser divino que habita em cada um de nós. O Tantra é mais do que uma filosofia, é um modo de vida. E a Sati é a Comandante mais segura dessa nave espacial chamada Amor Pleno. Profundamente grato."

Pedro, 39 anos
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"Fomos os dois levados na esperança de mudança e encontrámos. Já passou quase um mês do retiro, e a diferença a nível pessoal e da relação é muito grande. Ficámos muito mais próximos, apaixonados, numa verdadeira pareceria de vida no nosso dia-a-dia.

"Ah e o sexo... sexo? Vai para lá disso e é algo que ainda não consegui definir na totalidade.

"A nível individual também existe um desenvolvimento interior extraordinário."
Patrícia, 33 anos, terapeuta


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"Uma nova dimensão de sensações, uma nova visão da vida e através de uma coisa tão simples que todos temos por garantida mas que quase ninguém faz correctamente: o acto de RESPIRAR.

"Saber o que é sentirmo-nos em fusão com a outra pessoa, numa sensação brutal de paz, "stillness", tranquilidade, amorosidade e ternura."
André, 30 anos, engenheiro informático

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"Agradeço-te muito, querida Sati, por fazeres o teu trabalho com tanto amor, tanto respeito e de uma forma tão generosa e altruísta. Para mim foi muito importante todo o respeito que vivi, a amorosidade que se instalou e que trouxe para a minha vida. Foi muito bom encontrar e reencontrar almas num profundo sentimento de gratidão e contentamento. Aprendi muito sobre mim e tenho imensa vontade de levar todos estes ensinamentos aos que me são mais próximos. É super importante que cada um se ame, se entregue, se nutra de amor para consigo e para com o outro."

Catarina, Doula, 24 anos


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"Foi um fim de semana inesquecível e que será um marco para mim, o início de uma nova caminhada... um acto de coragem... um autêntico desafio.

Ana, 56 anos, reformada

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"Adorei os ensinamentos que recebi. Saber que posso dar ao outro tanto com o meu toque é maravilhoso."
Mariana. 30 anos
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"Agradeço infinitamente este workshop. Foi um ponto de viragem no meu caminho pessoal e por isso também na relação com o meu marido."
Sara, 33 anos
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"Foi maravilhoso, um dia pleno de descobertas e um caminho a continuar. "  
Sofia, 35 anos

domingo, 23 de outubro de 2016

"O meu corpo e alma tornaram-se num só" - Depoimento


Acredito que muitos seres humanos, são escolhidos por algo superior a nós, que não conseguimos explicar, por terem a dádiva da transcendência. Transmitem energias de bondade, raios de magia electrificada do despertar das nossas raízes sensoriais, o toque da cura.
Sati é um desses seres, cheia de gratidão universal.

O meu corpo e alma tornaram-se num só. O meu coração ficará sempre grato e feliz.


Luís

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Luís é um homem jovem com as dificuldades de quem assistiu a guerras ainda em criança. Não consigo imaginar o que será isso. Limito-me a observar: os sintomas e a pessoa para lá das aparências. Recebo-a também com o olhar, com palavras de compreensão e afecto, e com a minha presença de esperança de que as coisas boas são possíveis de construir seja o que for que tenha acontecido no passado.

Depois estabelece-se um diálogo íntimo entre as minhas mãos e a pessoa de quem cuido. Os corações unem-se, que o cuidado é feito de imenso afecto, e depois o que tem de acontecer acontece. Às vezes parece que nada, outras tanto que ficamos ambos espantados.

Foi assim com Luís, no final da sessão disse-me: "Sou um homem diferente do que aqui entrou."

Este é, sempre, um caminho de despertar aquilo que intrinsecamente somos... e isso é maravilhoso. Não é possível haver nada melhor do que sermos realmente na nossa inteireza. Uma inteireza que, acredito profundamente, é alegria pura, imenso amor. Porque é assim a vida... transbordante, generosa, cheia de alegria e imenso prazer.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Mulheres de todas as idades podem viver em plenitude

Cada vez mais homens e mulheres se abrem à vontade de conhecerem mais os seus sentidos, de sentirem plenitude, de aprenderem a ter e a proporcionar prazer.

Maria tinha 56 anos quando veio ter comigo recomendada por uma ginecologista. Há alguns anos que não tinha intimidade sexual, tinha entretanto passado pela menopausa e pensava que já não era capaz de ter, mas queria conhecer-se.

Alguns exercícios de respiração e toques mostraram-lhe que continuava inteira, com a sua sensibilidade erótica e energia sexual bem activas.

Pouco depois foi a vez de Bárbara, 52 anos, divorciada, mãe, já no pós-menopausa. Não sabia se algum vez tinha tido orgasmo. Acedeu a receber também massagem genital - até porque a médica lha tinha recomendado e se sentia totalmente em segurança. Soube, com clareza, que afinal nunca até então tinha tido orgasmos.

Teresa, 40 anos, não sentia qualquer prazer no corpo. A educação rígida e a rejeição que sentiu por ser mulher levaram-na, inconscientemente, a bloquear a sensibilidade. Raramente tinha tido relacionamentos. Um trabalho amoroso e paciente, levaram a que aos poucos começasse a sentir prazer no corpo e na vida em geral. O companheiro não tardou em aparecer.

Estes são só alguns dos casos bem-sucedidos. Muitos outros têm passado por mim. Alguns também não têm tido sucesso porque as pessoas não estão suficientemente abertas ao seu próprio bem-estar, e não continuam o trabalho. Estar bem, quando se está habituado a estar mal, cria uma imensa resistência a nível inconsciente, e neste campo é muito fácil o subconsciente arranjar desculpas.

É tão fácil acabar com as dificuldades!

Farta de ter um marido que não lhe dava prazer, Joana decidiu: ou te tratas ou acabou-se. A psicóloga a quem recorreu indicou-me. O marido tinha dificuldades de erecção.

A medo ele veio. Que era do cansaço, da falta de tempo, que não tinha problemas.

E problemas físicos não tinha, tinha só mesmo falta de conhecimentos. Falta de saber que "sexo" é muito mais que órgãos genitais que se encontram ou se estimulam. Que a estimulação começa na cabeça e se vai desenvolvendo em palavras, olhares, toques subtis, energia que vibra. Que cada dia pode ser uma nova experiência. Que cada parte do corpo tocada tem sensações prazerosas diferentes e que mudam dependendo  daquilo com que é tocada e da forma como tal acontece.

Conversámos, dei-lhe dicas, ensinei-lhe técnicas respiratórias para aumentar a energia sexual e a sensibilidade e dei-lhe uma massagem para descontrair, libertar o corpo e puder ter uma ideia da sua sensibilidade e logo antever a da outra pessoa. Voltou 15 dias depois. Nunca mais tinha tido dificuldades de erecção.

A cada pessoa que me procura espanto-me com a facilidade com que este os problemas relacionados com a sexualidade e os relacionamentos normalmente se resolvem.

Pequenos pormenores resolvem o grosso da questão. Às vezes uma única consulta, outras duas ou três, por vezes um pouco mais, um workshop, e questões pessoais ou de casal encontram solução.

Quem quer deixar de ter problemas de intimidade hoje pode deixar de ter. Tem sido sempre assim com quem tem procurado Ser Pleno com o efectivo objectivo de resolver questões. Então sofrer para quê?

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Andam homens e mulheres de facto a ter prazer?

Claro que andam. Alguns, a maior parte dos quais, mais ou menos, embora achem que é genial. Muitos têm prazer em cerca de 15 cm de corpo; muitas não têm em lado nenhum e até se sentem violadas; muitos não conseguem erecção ou ejaculam precocemente; muitas têm dores, infecções, não têm orgasmo. Só uma percentagem relativamente pequena de mulheres tem prazer a sério e muito poucos homens vivenciam prazer global em todo o corpo e são capazes de o facultar às suas parceiras ou parceiros.

O prazer pode ser sentido em todo o corpo e muito para lá dele. Pode incendiar o coração, trazer uma sensação de plenitude, felicidade que nos conecta com a nossa totalidade, com o outro e com o mundo. Vivenciado desta forma, estreita as relações e é fonte de saúde, bem-estar, alegria, criatividade, vitalidade e imenso amor.

Sexo confinado ou centralizado nos genitais é pobre, não acrescenta grande coisa e pode ser fonte de desequilíbrios e doenças, além de ajudar a desgastar os relacionamentos.

A maioria das pessoas tem dificuldades relacionadas com a sexualidade. O que é absolutamente natural se nos lembrarmos que ela tem sido mal vista e mesmo proibida nos últimos 4 ou 5 milénios, de tal forma que só na segunda metade do século 20 se reconheceu que a mulher tinha prazer, antes disso pensava-se que não e as que o procuravam sofreriam de uma doença chamada histeria!!!!

Estas dificuldades podem manifestar-se em problemas relacionados com o prazer, mas também com outras perturbações, sobretudo nos órgãos associados à feminilidade e à masculinidade e nas emoções.

A boa notícia é que hoje tudo isto pode ser abordado e tratado por quem sabe. E se algumas situações não se resolverem, podem pelo menos melhorar imensamente. Veja as secções Mulher Plena, Homem Pleno, Casal Pleno.

Em Ser Pleno homens, mulheres e casais que querem de facto resolver as suas dificuldades têm-no conseguido... e facilmente! Não são precisos anos. Por vezes 3 ou 4 sessões fazem milagres. Sem medicamentos, sem cirurgias, só com aquilo que cada um tem, com algum conhecimento teórico e com a desmistificação de crenças anti-vida.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Relações plenas de amor e prazer



Inspiro, levo o ar da base do corpo até ao topo da cabeça, expiro enviando-o de novo em direcção à terra. Estou assim por alguns minutos e começo a sentir a energia a fluir, sinto o corpo sensualizar-se, sinto o amor a expandir-se do coração a todo o lado. 

Olho-te, também tu respiras, também de ti transparece a sensualização amorosa. Reconhecemo-nos seres imensos nesse encontro de olhos que respiram. Honramo-nos. E iniciamos a respiração em conjunto.

Intensifica-se a voluptuosidade amorosa, fusionamo-nos sem corpo, temos espasmos, ondas de prazer percorrem-nos. Abrimo-nos em êxtase. Já somos só um.

Permitimos então unir também as nossas peles, mais macias que nunca. Cada toque, por mais subtil e pequeno que seja, dispara ondas imensas de sensibilidade, de prazer doce, intenso, infinito, fazendo-nos imaginar o paraíso. E assim vamos crescendo, sendo muito mais do que alguma vez sonhámos ser e sentindo muito mais do que alguma vez imaginámos sentir… E ainda nem sequer trocámos beijos.


Se sexo, como é conhecido no ocidente, é bom torna-se quase nada quando descobrimos a sensibilidade que podemos ter por trabalhar a energia sexual, que é energia de criatividade. E toda a criação é plena de prazer, de amor, de entusiasmo, de vida. 

Nesta perspectiva, a união entre duas pessoas é um acto de transcendência amorosa e de prazer, êxtase sem limites, um perceber que o paraíso existe. É também a porta de entrada para relações harmoniosas, cheias de respeito mútuo, relações onde há tempo para ser eu, tempo para seres tu e tempo para sermos a mais sublime das entidades: nós.

Em Ser Pleno aprende-se este caminho, através de consultas individuais, consultas / workshops de casal e workshops abertos, sendo os principais A Arte do Amor Pleno e Workshop de Massagem Sensual.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Vamos ser papás



“Vamos ser papás! Estamos bem, Sati! Seres plenos! Obrigada por tudo! Manter-nos-emos perto!"

Carla e Filipe vieram ter comigo encaminhados por uma terapeuta. A relação não estava a funcionar, a intimidade não era satisfatória, Filipe queria ter um filho mas Carla tinha receio.

O ponto mais alto da segunda sessão (a primeira com ensinamentos práticos) foi a descoberta de que nunca se tinham olhado demoradamente. Alguns dias depois Carla escrevia-me: “Agora todos os dias quando nos deitamos fazemos o Namasté (ritual tântrico), sentados um em frente ao outro, a encontrarmo-nos no olhar um do outro! Tem sido muito importante! “

Aprenderam a falar um com o outro - a dizer o que gostam, o que não gostam, o que lhes apetece - a tocar-se, a amar-se através do corpo, da respiração, da troca de energias.

Depois da terceira sessão Filipe dizia-me “estamos bem e melhores, e a si o agradecemos”, Carla, de mais palavras, escreveu, “Estamos muito mais plenos, Sati!! Tem sido uma viagem com sensações muito diferentes!

E eis que três meses depois da quarta e última sessão chega a novidade que me deixou absolutamente emocionada. “Vamos ser papás! Estamos bem Sati! Seres plenos! Obrigada por tudo! Manter-nos-emos perto!"

terça-feira, 21 de julho de 2015

Workshop de Massagem Sensual - Depoimentos















Adorei os ensinamentos que recebi, já estou a praticar e senti uma diferença tão boa na forma como me vejo e saber que posso dar ao outro tanto com o meu toque é maravilhoso. Foi lindo!
Mariana. 30 anos
  

Muito grata pelos momentos de aprendizagem, nutrição, prazer e partilha proporcionados.
Adorei a tua entrega, generosidade e amor que transpira dos teus gestos, palavras e olhar.
Este workshop foi muito importante para mim neste momento do meu caminho.
Ainda estou a integrar as minhas vivências desse dia e já sinto falta de mais.

Maria, 54 anos


Infinitos obrigadas pelo dia de sábado. Foi um ponto de viragem no meu caminho pessoal e por isso também na relação com o meu marido.
Sara, 33 anos


Foi maravilhoso, um dia pleno de descobertas e um caminho a continuar. Imensamente grata pela oportunidade de estar presente.
Sofia, 35 anos

sexta-feira, 8 de maio de 2015

É preciso falar

Ainda está bem enraizado nas nossas células que cabe ao homem a iniciativa sexual. Talvez por isso muitas mulheres ficam à espera que eles adivinhem o que elas gostam e querem.

Os homens têm um apelo genital fortíssimo, porque lá em baixo um batalhão de espermatozóides grita por fecundar o mundo e isso é a única coisa que aqueles que não aprenderam sobre sexualidade, erotismo e prazer logicamente querem: permitir que os espermatozóides sigam os seus impulsos.

Mas a mulher, terra, necessita primeiro que o seu leito seja cuidado, tratado, acarinhado para se ir abrindo e ficar pronto para que o batalhão de espermatozóides se lance à conquista do único óvulo disponível. (Se a mulher não estiver na altura da ovulação, e raramente está, ainda mais trabalho a terra requer.)

Ora quem é que tem que explicar ao homem estas especificidades das mulheres? Só a mulher o pode fazer. Se nunca nenhuma lhe contou, como é que ele adivinha?

Então, mulheres, vamos lá falar com o homem e dizer-lhe o que gostamos, o que não gostamos, o que queremos muito e o que não aceitamos de todo. Como a mulher não traz livro de instruções tem que o criar.


O mesmo com o homem. O que é que uma mulher faz a um homem? Por onde é que se começa? Onde é que se mexe? Onde é que se agarra?

Além disso, é minha convicção, que também tem que ser a mulher (no caso de casais heterossexuais) a desvendar ao homem o seu corpo, para que ele não fique refém do batalhão de espermatozóides cujo único objectivo é fecundar, e possa seguir os seus objectivos e necessidades de prazer. E não é a saída dos espermatozóides que dá prazer, nem o prazer se confina àqueles poucos centímetros do falo.

E como é que a mulher faz isto ao homem? Tem que aprender! Como? Bom, as explorações individuais são maravilhosas, mas falar com quem sabe, pedir ajuda, aprender, é fundamental. Ninguém nasce ensinado em nada, nem nisto. Talvez 1 em 1 milhão consiga ter grande prazer sem aprender as suas artes, talvez 1… Farei eu parte desse 1 raro, ou estarei a perder o melhor da festa? Eu tenho que aprender! Ou com parceiro(a) experiente que me satisfaz e me ensina ou com alguém que saiba.

E também a mulher necessita que o seu corpo lhe seja apresentado. Se ela sabe o que gosta e o que não gosta, e o pode e deve comunicar, o desconhecido por si própria é infinitamente superior. As explorações individuais são importantes, mas é também necessário que a outra pessoa lhe vá dando a conhecer o seu corpo. Como? Também ela tem que aprender.

Nas famílias e nas escolas (ainda) não se ensina, mas, felizmente, vão aparecendo já alguns locais de aprendizagem e de trabalho com casais. Já não é preciso ficar na ignorância, nos orgasmos fingidos, na castidade, nas escapadelas, na ejaculação precoce.

Este é um dos grandes objectivos de Ser Pleno: ensinar sobre prazer, erotismo, sexualidade, para que homens e mulheres possam viver com plenitude, para que se possam realizar como pessoas e terem relações de amor e prazer em vez de relações de casal que na melhor das hipóteses se transformam em pura amizade / fraternidade e na pior em verdadeiros campos de batalha para mal de todos e do mundo.

Tudo o que aqui foi dito tem também aplicações para casais gay. Seja qual for a orientação sexual, é sempre possível aprender e aprender a ter e a proporcionar mais prazer.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

É possível ultrapassar a insensibilidade e a dor



Se uma criança não é tocada, abraçada, amada o seu corpo não aprende a ser sensível e assim se pode tornar num adulto com pouca sensibilidade física. Às vezes tem mesmo dor em pontos onde é normal haver prazer. Esta pessoa tem que aprender a sentir, e isso faz-se através do toque sensível, amoroso e paciente e nomeadamente através de massagem.

Quando há insensibilidade, dor ou mesmo cócegas em alguma parte do corpo, isso significa que esse ponto guarda traumas que é necessário libertar.

Também os órgãos genitais guardam memórias dolorosas e daí terem dor, mal-estar ou insensibilidade. É mais frequente nas mulheres, mas também pode acontecer nos homens. Tal como no resto do corpo é necessário (e é possível) libertar esses traumas através do toque: as mulheres através da Massagem Curativa da Vulva (Yoni Healing) e os homens através de Massagem da Próstata ou do Lingam.

Segundo a minha abordagem, na maior parte dos casos é necessário um trabalho holístico: resgate do poder pessoal, do amor-próprio, aprendizagem da sensibilidade, libertação das memórias traumáticas guardadas no corpo.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

História de vida: Orgasmo, o que é isso?



Isabel tem 38 anos, é uma mulher de sucesso, elegante, mãe e esposa há mais de uma década. Há três anos que não tem intimidade sexual com o marido e nunca teve um orgasmo. Teve prazer algumas vezes, mas a partir de certa altura o acto sexual tornou-se uma formalidade carnal que lhe causava danos físicos e emocionais. Fingia orgasmos para apressar a ocasião e não frustrar o parceiro. Até que percebeu que era necessário acabar com aquilo pela sua saúde.

Através de uma longa conversa; de exercícios de circulação da energia que aumentam a capacidade de sentir, a intimidade e ajudam a libertar bloqueios; através de massagem delicada e amorosa, Isabel pode sentir que é capaz de ter prazer e de ter orgasmos. Foi necessário dizer-lhe que é merecedora de receber e respeitar na íntegra o seu corpo durante os toques.

(É sempre necessário respeitar integralmente o que corpo e a totalidade seja de quem for.)

Hoje Isabel é uma mulher bem-sucedida também na intimidade, muito mais feliz e segura de si.